terça-feira, 31 de maio de 2011

 Quando eu te pegar...

Beijar é bom demais, não é? Além disso, é o ponto de partida de qualquer relacionamento. Os lábios percebem os toques com a mesma intensidade que a ponta dos dedos. Mas com uma grande vantagem: o apelo erótico. E mais, o beijo é visto pelos sexólogos como um dos principais ingredientes da vida afetiva. A falta dele pode ser sinal de afetividade em baixa. "O beijo exige entrosamento, carinho. Quanto mais se beija, mais se quer beijar. Esse é o segredo para quem quer resgatar a prática. "A gente tem de forçar a barra e achar um tempinho para encaixar o beijo na rotina", diz o psicólogo Aílton Amélio. Para despertar o desejo, basta fechar os olhos e relaxar. Uma delícia, não? Então por que deixar para depois?
Quer mais um motivo? Além de ser prazeroso, o beijo traz uma série de benefícios físicos e emocionais. O toque ardente dos lábios movimenta 29 músculos, provoca a pressão de até 12 quilos de um rosto contra o outro e eleva os batimentos cardíacos: eles saltam de 70 para 150 batimentos por minuto. Esse bombeamento sanguíneo aumenta a oxigenação das células, estimula as funções circulatórias e diminui a insônia e as dores de cabeça. A cada beijo de língua, trocam-se 250 bactérias junto com a saliva, o corpo queima 12 calorias e a produção de hormônios aumenta. O nível de serotonina, substância química que dá a sensação de euforia e relaxamento, cresce. Por isso, beijar na boca acalma, ajuda a liberar sentimentos reprimidos, reduz o complexo de rejeição e alivia o estresse. Tudo em questão de instantes.
Tá esperando o que? 



domingo, 29 de maio de 2011



Nós olhamos isso também


Essa onda de metrosexualismo já não é novidade para ninguém. Tem moço que vive na esteticista, na academia e tudo mais, agora tem uma coisinha que muita gente esquece de cuidar, AS UNHAS. Eu sou uma das que admiram homens com as unhas bem cuidadas. Moço com a unha suja de graxa, unha grande ou coisa parecida não passa uma boa impressão, seja onde for. Para ter um unha bem cuidada o primeiro passo é parar de roer as coitadas. Se você não se sente capaz de fazer isso sozinho, o mercado resolveu dar uma ajudinha e lançou esmaltes que deixam um sabor nada legal na boca, quando você resolver roer as unhas. Mas as coisas não param por ai, a empresa Risqué lançou uma base (base, são aqueles esmaltes incolor, que servem para dar brilho a unha) para unhas masculinas.O produto contem até uma substancia que ajuda a fortalecer as unhas, que já são bem fortes, graças ao  alto grau de testosterona ( essa palavra é tão máscula rsrs).Se você sofre com o mal das unhas manchadas, uma boa solução é o uso de cremes hidratantes e produtos de qualidade, se a unha começar a ficar amarelada é bom tomar cuidado, outro mal das unhas são as micoses, se o seu dedinho está os cantos das unhas esverdeados, eu terei que lhe dizer que você esta com micose. Eka!Quase esqueci do mal da unha encravada; para evitar esse horror a solução é não cortas as unhas de forma exagerada, e nem ficar querendo cortar os cantinhos até o fundo, mas se você não quer arriscar é bom ir a um salão; mas tome cuidado com a esterilização e tenha utensílio como cortadores de unha, escovinha de resíduos, alicate e outros pertences sempre à mão.Moços com as unhas bem cuidadas, sempre limpas, cortadas e com uma base por cima para não perder o brilho. É questão de hábito como tomar banho ou escovar os dentes e tenha certeza será notado. E homem que se cuida é tuuuuuudo de bom.

QUE HORROR!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 24 de maio de 2011




 Morte


Assisti a algumas imagens do velório do Bussunda, quandoos colegas do Casseta & Planeta deram seus depoimentos. 

Parecia que a qualquer instante iria estourar uma piada.
Estava tudo sério demais, faltava a esculhambação, a zombaria, a desestruturação da cena.

Mas nada acontecia ali de risível, era só dor e perplexidade, que é mesmo o que a morte causa em todos os que ficam.

A verdade é que não havia nada a acrescentar no roteiro: a morte, por si só, é uma piada pronta. Morrer é ridículo.

Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da
tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?

Não sei de onde tiraram esta idéia: morrer.
A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu.
Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente.

De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.

Qual é? Morrer é um cliche.

Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em
casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.

Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas
cuido eu.

Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e
morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito.
Isso é para ser levado a sério?

Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo.
Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas. Ok, hora de descansar em paz. Mas antes de viver tudo, antes de viver até a rapa? Não se faz.

Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas.

Só que esta não tem graça.
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